É possível sim, dependendo do tipo da arritmia. Converse com o médico que fez a ablação.
Alteração na repolarização ventricular geralmente não tem siginificado de doença associada. ENTRETANTO, se a pessoa sente dor no peito, é importante investigar melhor, através de um tesde de ergométrico.
Pode ter relação sim. Sopro no coração é um som emitido por algumas estruturas do coração, em decorrência de algum tipo de mobilização diferente do normal. Porém pode ser desde absolutamente NADA, até uma anemia ou algum problema importante mesmo. Uma investigação minuciosa pelo cardiologista deverá ser feita. As causas mais importantes de sopro no coração são doenças congênitas e doenças valvulares.
Pela idade dela, e como tem arritmia, o uso da prótese metálica é a mais indicada. Como é a primeira ( e espero que a única) troca de valva mitral , os risco são bem menores. Ela terá que fazer vários exames antes, tais como ecotransesofágico, para ver se não tem trombos no átrio esquerdo. O pós-operatório é tranquilo. só com fisioterapia e deambulação (andar) o mais precoce possível. Os riscos mais frequentes são de acidente vascular cerebral ( toda cirurgia cardíaca tem esse risco), embolia pulmonar, infecção na ferida cirúrgica, sangramentos. Não há risco de rejeição dessa prótese. O cuidado pós-cirurgia é para sempre, pois o uso do marevan tem que ser muito vigiado. Tem que mensalmente (sem exceção), dosar o TAP com INR e mostrar ao médico. Lembre-se que se o Marevan fizer efeito demais , o risco de sangramento é grande, inclusive, sangramento intra-craniano. Bem, não há como fugir dessa realidade. Mas pior é ficar com a válvula com esse problema, visto que não existe cura expontânea.
O excesso de álcool pode desencadear arritmias no coração. Às vezes as arritmias são passageiras e um eletro feito fora da crise não detecta o problema. Precisaria então colocar um holter. Além disso o álcool pode fazer o coração crescer, elevar a pressão arterial , além da cirrose hepática.
O que pode ter acontecido é o que chamamos de reestenose intra stent (se for depois de 30 dias da angioplastia), ou trombose no stent (até 30 dias após a angioplastia). Os riscos de uma outra angioplastia são iguais ao primeiro. No caso da reestenose, acontece porque o tecido da artéria coronária continua crescendo por dentro do stent, fazendo com que "cresça" novamente a placa de gordura. É um risco já esperado, podendo atingir até cerca de 40% dos casos.
Estresse emocional pode sim ser o fator precipitante de um quadro agudo cardíaco, pois pode desencadear por exemplo, um pico hipertensivo, ou mesmo algum quadro de angina do peito. Entretanto, isoladamente, o estresse emocional não é um fator de risco importante, mas se está associado a obesidade, colesterol elevado, diabetes, antecedentes familiares para doença cardiaca, o risco aumenta mais.
Uma lesão de 50% pode ou não necessitar de tratamento invasivo, tal como uma angioplastia. Se o paciente tem sintoma de angina do peito, poderá ser preciso sim. Angioplastia com stent convencional tem um risco de reobstrução em um prazo de 6 meses, que pode chegar aos 40%. Se o stent é farmacológico ( com uma droga na sua estrutura), esse risco reduz para no máximo 17%, dependendo do local da obstrução. Por que o avanço da aterosclerose? Essa é uma doença que não tem cura. Está no sangue, está na herança familiar, piora se a pessoa é diabética. Infelizmente nem angioplastia, nem ponte de safena cura a doença,
Não se deve atribuir unicamente ao stress qualquer tipo de sintoma. Antes disso, é preciso afastar no seu caso, por exemplo, hipertensão arterial. A sensação de estômago cheio também pode ser em decorrência de alguma doença cardíaca, principalmente se a pessoa faz parte da população de mais risco para desenvolver cardiopatia.
Pensando sob o ponto de vista cardiológico, dor de cabeça , tontura e náuseas podem ser sintomas de pressão alta. Começe consultando um cardiologista.
Várias são as causas para "dor no peito", indo desde dores musculares, até problemas mais sérios de pulmão e coração. As características da dor, assim como sua intensidade, irradiação, duração, são itens muito importantes para o diagnóstico. Assim por exemplo: uma dor que piora com os movimentos respiratórios, associado à febre,tosse e falta de ar, sugerem uma patologia pulmonar. Uma dor que piora durante esforços físicos, com duração de cerca de 10 a 20 minutos, com irradiação para os braços e queixo, leva-nos a pensar em angina do peito (doença cardíaca grave). Já uma dor que piora com a compressão local, com os movimentos do tórax, ou tipo pontada, bem delimitada, provavelmente será de causa muscular. Para estabelecer o diagnóstico além destas características, alguns exames podem ajudar. Um raio X de tórax, eletrocardiograma, ecocardiograma e teste ergométrico fazem parte desta investigação.
É verdade sim. Dor na boca do estômago (epigástrio), pode ser desde gastrite, úlcera, pancreatite, até mesmo um infarto ou angina do peito. Claro que cada uma dessas doenças tem outros detalhes que ajudam o médico a diferenciar. Procure um gastro e se for o caso um cardiologista.
Arritmia supraventricular é a arritmia mais frequente na população em geral. Frequentemente, não siginifica nenhuma doença de verdade. Porém, para fazer a cirurgia será necessário um risco cirúrgico. Neste momento o cardiologista avaliará a gravidade da arritmia. Se ela desaparece com o esforço físico, é sinal de que não é importante. Existem vários tipos de arritmias supraventriculares. As extrassístoles são as mais frequentes, e as mais " inocentes". Por outro lado, a fibrilação atrial é uma patologia mais grave e que necessita de tratamento.
A hipertensão isoladamente pode causar dor no peito, principalmente se não está controlada. É importante que você faça então seus exames cardiológicos de rotina tais como o ergométrico e ecocardiograma. Quanto à dor que piora ao deitar, provavelmente é de origem muscular. Procure seu cardiologista!
Aparentemente seus sintomas não são de cardiopatia. Provavelmente, um otorrinolaringologista seria o médico a ser procurado, além de um gastroenterologista. Porém, algumas vezes, doenças na tireóide causam sintomas sistêmicos.
No nosso site você encontrará um ícone sobre bloqueio de ramo esquerdo. Geralmente não está associado a nenhuma doença, mas só um cardiologista poderá esclarecer de fato. Não há como desbloquear, infelizmente!
A pressão arterial varia durante o dia, elevando-se normalmente após o despertar, após as refeições, caindo durante o sono, inclusive durante o sono após o almoço!! Porém, essa elevação deve ocorrer dentro dos limites considerados normais ( 140 X 90 em uma pessoa adulta). Se a pressão arterial extrapola esses valores é necessário rever os medicamentos usados, assim como a dieta (reduzir bastante o sal da alimentação). Nunca é demais lembrar que devemos combater ferozmente o excesso de peso,incentivando a prática de atividades físicas, pois igualmente são medidas higieno-dietéticas importantes no conrole da PA.
O cateterismo cardíaco é apenas um exame para diagnóstico. No caso de haver algum tipo de entupimento (obstrução) nas artérias do coração, pode-se então indicar quando necessário, uma angioplastia coronária (veja no site) ou até mesmo, uma cirurgia de ponte de safena.
É possível sim, pois a doença aterosclerótica está em constante evolução, já que é uma doença que está no nosso sangue. Além disso, não existe cura. Não é como uma infecção, por exemplo, que o antibiótico simplesmente mata a bactéria. Os medicamentos podem sim, controlar ou estacionar esse processo, principalmente os medicamentos para reduzir o colesterol. O mais importante nisso tudo, é que a cardiologia tem evoluido muito, principalmente no campo da intervenção, ou seja, através de angioplastias, implante de stents, entre outros pode-se resolver um grande percentual de doenças.
Febre em medicina é motivo para vários capítulos de um livro. Quanto ao coração, febre pode ser sintoma de infecção em alguma das válvulas do coração, sendo o termo: ENDOCARDITE INFECCIOSA. Geralmente são quadros graves, de evolução lenta e insidiosa, com importante queda do estado geral da pessoa. Não é uma patologia comum, como a gripe!