Depois de todos esses exames , só resta um que vc ainda não fez: estudo eletrofisiológico. Nesse exame (veja na nossa página do site), o médico vai com um catéter até seu coração e faz alguns estímulos específicos para desencadear a arritmia que vc deve ter. Descobrindo qual o tipo, pode-se então passar um medicamento mais específico ou fazer uma tratamento chamado ablação.
O álcool funciona como um estimulante da condução elétrica do coração , isso como efeitto imediato. Mas por outro lado, tb funciona como um depressor da função do músculo cardíaco, dificultando a contração do músculo, principalmente se ingerido em grandes quantidades. Se ao álcool associa-se o cigarro, ainda pior! Nas duas situações arritmias podem ser desencadeadas, a fibrilação atrial é uma delas.
Pode sim, pois é um esforço físico importante, liberando adrenalina, que então pode gerar a arritmia. Além disso, se a causa da arritmia for por exemplo uma insuficiência coronária, o esforço tb pode precipitar.
Muitas são as doenças que podem fazer o coração aumentar de tamanho, quais sejam algumas: Hipertensão arterial não controlada, diabetes mellitus, doenças próprias do músculo cardíaco e principalmente, a obstrução das artérias coronárias (que irrigam o músculo cardíaco). Quando há uma redução nesse fluxo de sangue, o coração pode dilatar-se. O tratamento depende então da causa.
Miocardiopatia dilatada é o crescimento do coração, por dilatação das fibras do músculo cardíaco. Oocorre por vários motivos, sendo os mais frequentes: Hipertensão arterial mal controlada, doença nas coronárias (obstruções nas artérias do coração), viroses, alcoolismo, doenças nas válvulas do coração, doenças congênitas, entre outras. O tratamento varia de acordo com a causa, sendo baseado no uso de diuréticos, IECA e beta-bloqueadores.
Miocardiopatia dilatada é o mesmo que crescimento cardíaco além do normal. Não é preciso cirurgia, desde que não exista uma doença associada que seja imperativo uma cirurgia para correção, como por exemplo alguma doença em alguma valva cardíaca, ou obstrução nas coronárias. Para concluir é preciso portanto, investigar a causa dessa dilatação cardíaca. O tratamento medicamentoso tb é imprescindível, pois pode controlar o problema, evitando que piore.
O ideal é que seu cardiologista faça uma avaliação antes de vc começar, isso porque vc tem vários fatores de risco para doença nas coronárias. O teste ergométrico ou uma cintilografia podem ajudar bastante. De posse desses exames pode-se fazer uma programação mais eficaz.
Vc tem ou tinha uma cardiopatia bem complexa. Foram corrigidas 2 delas, a CIA e CIV. Restou a valva aóstica bicúspide, mais comum nos homens. Essa patologia pode cursar com dilatação da aorta ascendente e aumento da massa do ventrículo esquerdo, como vc já sabe. Os cuidados são usar medicação prescrita (betabloqueador) e acompanhar a cada 06 a 12 meses com um novo ECO. Se o problema for aumentando, às vezes faz-se necessário correção cirúrgica.
Em linhas gerais é um distúrbio na condução do sistema elétrico do coração. Frequentemente não está associado a nenhuma doença cardíaca, mas outras vezes pode sim estar relacionado com problemas bem específicos, tais como doença coronária e insuficiência cardíaca.
Isso é comum pela idade ou por hipertensão arterial. Normalmente não é sinal de gravidade.Com a evolução pode haver uma dilatação da aorta, caso a hipertensão não seja controlada.
O Prolapso mitral pode ser sintomático, dependendo muitas vezes do grau de ansiedade da pessoa. Portanto, a ansiedade e o stress podem piorar os sintomas, mas não a doença.
Durante um quadro de endocardite o que pode acontecer é um acidente vascular cerebral do tipo embólico. Ou seja, algum pedaço de partículas que formavam a endocardite, saiu do coração e se alojou no cérebro. Normalmente isso é uma situação grave, que se vê facilmente. Para mais informações faltam dados.
O coração é uma bomba de 04 cavidades e dois tempos. Os átrios lançam o sangue para os ventrículos e estes para as artérias aorta e pulmonar. A aorta leva o sangue para todos o resto do corpo ea pulmonar leva sangue para os pulmões.
NOrmalmente essa regeneração não acontece, sendo necessário uma cirurgia de urgência para corrigir a lesão. Em casos raros, pode acontecer a trombose do local do corte, e esse trombo (coágulo ) que se forma, é capaz de corrigir expontaneamente o problema.
Sua dúvida é extremamente importante e com certeza muitas pessoas a fazem com frequência. Vou tentar resumir. Para que um infarto do miocárdio aconteça é preciso que uma placa de colesterol localizada dentro de uma artéria do coração (coronárias) obstrua subitamente. Para que isso ocorra , essa placa precisa romper (quase que o mesmo que rasgar), liberando para a circulação sanguínea várias substâncias as quais vão acelerar a coagulação do sangue naquele local, formando assim um coágulo de sangue, que vai então entupir a artéria toralmente. Isso é o infarto. Tudo isso acontece de repente, mesmo que uma semana antes todos os exames estavam normais (pois naquele momento as placas de colesterol estavam quietas, sem risco de rompimento). É bem provável que sua mãe ao fazer esforços tenha tido um pico de pressão alta, e então com essa pressào aumentada no coração alguma placa de colesterol, simplesmente rompeu! Por isso é tão importante o controle da hipertensão arterial, assim como do diabetes, dos níveis de colesterol e triglicérides, como tb parar de fumar. Todos esses fatores estimulam o crescimento e rotura das placas.
Não fazemos diagnóstico pelo site, pois para tanto tem-se que ver o paciente. Entretanto, qualquer dor entre o abdome superior e o tórax pode ser devido a um quadro de angina do peito por exemplo, que pode inclusive ser confundido com refluxo. Em uma situação como vc mencionou o ideal é levar a pessoa a um pronto-socorro. O fato do ECG está normal, tb não afasta um quadro de angina, pois existem os casos de infarto sem alteração de ECG. é preciso fazer exames como troponina e outras enzimas cardíacas. Agora, já passado o evnto, o melhor é procurar um cardiologista para fazer todos os exames com essa finalidade diagnóstica.
O fato de ter colocado stent nas coronárias não significa que vc está curado. Nem a cirurgia de ponte de safena cura tampouco!! A doença aterosclerótica está no sangue, na herança familiar que carregamos. Infelizmente ainda não existe um medicamento milagroso que evite em 100% dos casos a formação de uma obstrução desse tipo. Para evitar que surja outra lesão dentro do stent ( que é possível, principalmente nos prmeiros 6 meses após a angioplastia), deve-se fazer dieta pobre em gorduras, diminuindo as massas. Fazer atividade física e não fumar. Ou seja, mudança nos hábitos de vida! Não tenho dados para afirmar se sua cardiopatia é ou não grave (não sei laudo do cateterismo por exemplo, nem de um ecocardiograma). Mas me chamou a atenção a quantidade de medicamentos para hipertensão que vc está tomando. Vc tb é diabético? Converse com seu cardiologista sobre a necessidade de fazer um ecodoppler das artérias renais. Às vezes a hipertensão piora por haver obsrução tb nas artérias dos rins.
Aparentemente você é uma pessoa com o peso na faixa da normalidade, pois seu índice de massar corpórea está em 21.6 kg/m2. Fazer exercícios inicialmente em casa, sem uma definição de atividade, e principalmente do modo como se faz o exercício, não é interessante. Corre-se o risco de provocar distenções e lesões musculares ou ósseas. O mais simples para começar sem uma supervisão de imediato seria a caminhada, no mínimo 3 vezes por semana, em torno de 60 minutos. O ideal seria mesmo passar por uma valiação cardiovascular (pois não sabemos sua idade) e então ser vista por um profissional da Educação Física.
Atenciosamente,
A coordenação
Não há necessidade de antibiótico profilático (antes de cirurgia) para quem tem stent coronário.
O preparo consiste em:
- Jejum de pelo menos 4 a 6 horas
- Usar AAS 100 mg ao dia, ou 200 mg, se o médico prescrever assim
- Iniciar 03 dias antes o medicamento ticlopidina (plaketar, ticlid) , ou o clopidogrel na véspera do procedimento.
- Tudo isso apenas sob prescrição do médico que fará o procedimento.