A relação médico-paciente é fundamental. É importante que vc se sinta a vontade para fazer questionamentos ao seu médico e para pedir explicações para as alterações encontradas nos exames já realizados. É importante se investigar a causa do aumento da área cardíaca e do alongamento da aorta. A hipertensão arterial pode causar ambas alterações. O Diovan é um excelente medicamento. A sua pressão deve ser bem controlada. Porém, se persistir alguma dúvida após a conversa com o seu cardiologista atual recomendo uma segunda opinião.
Abraço.
A coordenação.
Em praticamente 95% dos casos de hipertensão arterial não se encontra uma causa , ou seja, uma patologia associada que esteja gerando a hipertensão arterial. Feocromocitoma é uma dessas raras causas. O diagnóstico é feito por ultrassom ou tomografia abdominal, associado a exames hormonais específicos. Outra causa rara, é a estenose de artérias renais. Hipertensão em jovem. merece uma investigação um pouco mais específica, principalmente se os níveis tensionais são muito elevados, assim como em idosos que ficam hipertensos subitamente, ou ainda, cujos níveis tensionais pioram abruptamente.
Suspenda a caminhada e procure um cardiologista para fazer seus exames.
1- São muitos os centros especializados. São Paulo tem os hospitais com maior número de transplantes por exemplo (INCOR).
2- Primeiro o uso de medicações adequadas como inibidor de ECA, B-bloqueadores, diuréticos, vasodilatadores. O marcapasso tem indicações restritas, sendo o bloqueio de ramos esquerdo ao eletrocardiograma o pré-requesito fundamental. O marcapasso quando indicado no início da doença tem uma ação melhor.
3- Existe fila de espera única, inclusive por regiões do país, pois se surge um doador no Recife por exemplo, e só tem um receptor compatível em João Pessoa, o coração vai para João Pessoa. A escolha do receptor começa pela classificação do tipo de sangue. O procedimento só começa após a indicação médica.
4-Isso é difícil, pois o receptor precisa está muito bem avaliado antes de se indicar um transplante, e ao se fazer isso, sendo indicado o transplante, inscreve-se na fila (central única). Normalmente as pessoas envolvidas em cada centro, tomam a iniciativa de inscrever o paciente.
5- Fazem-se vários exames de sorologia para doenças infecciosas no receptor e doador. Geralmente os convênios pagam esses exames iniciais, mas o transplante até recentemente, só o SUS cobria.
6- Tem que ter feito todas as sorologia tais como para doença de chagas, ecocardiograma e cateterismo cardíaco (que inclusive serve para avaliar o momento de se indicar o transplante).
Mulher fumante e hipertensa tem sim, uma maior chance de desenvolver doença cardíaca, principalmente obstrução nas coronárias. É importante conversar com o cardiologista para investigar sobre essa possibilidade.
Uma obstrução de 25% não é significativa. Os cuidados básicos são: Cuidado com alimentação, evitar gordura, fritura, massas. Comer mais frutas e verduras. Usar azeite de oliva extra virgem na comida. Fazer atividade física regularmente, não fumar, perder peso, . Risco de infarto, todos nós temos, mesmo sem ter qualquer obstrução nas coronárias. Isso explica-se pois para ocorrer o infarto é preciso que alguma placa de colesterol, mesmo pequena, se rompa. Com esse rompimento, cai na corrente sanguínea substâncias que vão acelerar a coagulação do sangue, formando assim um coágulo no local da placa que rompeu. Nesse momento acontece o infarto, caso esse coágulo obstrua totalmente a artéria.
Não há necessidade de nenhum preparo para fazer-se um eletrocardiograma (ECG). O ECG é um exame de rotina na prática cardiológica, podendo fornecer várias informações importantes de acordo com os sintomas e doenças existente.
Certamente que sim. Qualquer dor entre o tórax e abdome superior deve ser avaliada por um médico. São muitos os problemas que podem advir de um quadro assim.
Não sei qual a sua idade, mas de qualquer modo, o bloqueio de ramo esquerdo pode ser desde NADA, até alguma cardiopatia importante como doença coronária (obstrução nas artérias do coração), até inclusive, coração crescido (miocardiopatia dilatada) , doença de Chagas (aquela transmitida pelo besouro - barbeiro), algumas doenças congênitas, entre outros. Converse com seu cardiologista. Obviamente, o tratamento depende da causa.
Seu pai está tendo uma complicação muito séria, de forma bem precoce, ou seja, apenas 6 meses após uma cirurgia de ponte de safena, as pontes já estão ocluídas! A angioplastia coronária participa como forma de tratamento, a fim de evitar uma nova cirurgia, o que seria muito mais debilitante para ele. Se os médicos colocaram como possibilidade a angioplastia, com certeza será para resolver a situação. É perigoso sim, pois qualquer procedimento invasivo tem seus riscos, mas certamente, os médicos saberão minimizá-los. Por outro lado, é bom lembrar que a angioplastia também tem o risco de obstruir novamente, em um prazo de até 6 meses após. Esse percentual varia de 10 a 40% de chance, dependendo do local ( do vaso), da extensão da placa aterosclerótica e do tipo de stent que será utilizado. Com os stents convencionais ( de metal) a chance de reoclusão é maior ( 10 a 40%), já com os stents farmacológicos ( com um medicamento em sua estrutura), a reestenose ( reoclusão) é bem menor ( até cerca de 15 %).